Quantos notebooks a sua empresa tem hoje? Essa pergunta quase toda operação de TI responde rápido. Agora tente outra: quais ativos representaram o maior risco para o seu negócio nos últimos 12 meses? Se a resposta depende de cruzar planilhas, e-mails e a memória dos analistas, provavelmente ela não existe.
É que ter um inventário atualizado não significa fazer Gestão de Ativos. E confundir as duas coisas é um dos erros mais comuns nas operações de TI: inventário é uma atividade; Gestão de Ativos é um processo.

Inventário responde “quantos”. Gestão de Ativos responde “e agora?”
Muitas empresas acreditam que controlar computadores, notebooks, servidores e licenças em uma planilha, ou até em uma ferramenta de inventário, é suficiente para manter a governança da infraestrutura. Não é.
O inventário responde a uma única pergunta: quantos ativos a empresa possui. Uma gestão eficiente responde a perguntas bem mais estratégicas:
Quem é o responsável por este ativo?
Em qual unidade ele está?
Qual é o custo dele, de compra e de manutenção?
Quando termina a garantia?
Ele está em conformidade com as políticas da empresa?
Está sendo utilizado de verdade?
Precisa ser substituído? Ou já deveria ter sido descartado?
Quais chamados esse equipamento já gerou?
É aqui que começa a ficar clara a diferença entre controlar equipamentos e administrar ativos.

Todo ativo tem uma jornada, e cada etapa gera informação
Pense em um notebook novo. Ele é comprado, configurado e entregue a um colaborador. Depois recebe atualizações, passa por manutenções, muda de departamento, troca de usuário, ganha novos softwares, gera incidentes. Em algum momento sai da garantia, é substituído e, por fim, descartado.

Cada uma dessas etapas produz dados importantes para o controle da operação. Quando essas informações não são registradas, a empresa perde a visão sobre um patrimônio que, muitas vezes, representa milhões de reais em investimento.
